Diego Testa deixa o clube

O Departamento de Futebol da Associação Desportiva Sanjoanense informa que deu por terminado o vínculo que mantinha com Diego Testa.

O avançado, que ingressou no clube durante o mercado de inverno, regressou ao Brasil por motivos pessoais, deixando, por isso, de fazer parte do lote de jogadores à disposição de Pêpa.

A Associação Desportiva Sanjoanense deseja-lhe as melhores felicidades.

São João da Madeira, 21 de abril de 2015

Boletim Clínico: Atualização

O Departamento de Futebol da Associação Desportiva Sanjoanense informa que os seguintes jogadores se encontram afastados dos trabalhos da equipa principal por lesão:

Gian: Será alvo de intervenção cirúrgica, na próxima 3ª feira, para debelar uma lesão no joelho. Tempo previsto de paragem é de um mês, o que faz com que o atleta fique afastado de competição até final da época.

João Pinto: Rotura muscular na coxa direita com período de afastamento que ronda as 3 semanas. À semelhança de Gian, dificilmente estará apto antes do final da temporada.

São João da Madeira, 21 de abril de 2015

Resultados Finais

Futebol | Resultados Finais

Seniores | ADS 2 – Marítimo C 0

Juniores | ADS 2 – Espinho 2

Juvenis A | Anadia 1 – ADS 1
Juvenis B | Cucujães 0 – ADS 7

Iniciados B | ADS 5 – Fermedo 0
Iniciados C | ADS 0 – U. Rossas 3

Infantis A | ADS 3 – Esmoriz 2
Infantis A | Fiães 0 – ADS 1

Infantis B | Anadia 1 – ADS 1
Infantis B | ADS 1 – Anta 1

Benjamins A | Beira-Mar 0 – ADS 2
Benjamins A | Feirense 7 – ADS 2

Benjamins B | ADS 1- Anta 3
Benjamins B | ADS 0 – Gafanha 4

Traquinas A | Cucujães 0 – ADS 4
Traquinas A | S. João Ver 8 – ADS 3

Traquinas B | Anta 15 -.ADS 0
Traquinas B | ADS 7 – Ol. Bairro 5

Petizes A | ADS A 18 – Oliveirense 2
Petizes B | Avanca 1 – Pandas ADS 10

Boletim clínico

O Departamento de Futebol da Associação Desportiva Sanjoanense informa que já são conhecidas as lesões e respetivos períodos de paragem competitiva de Bino e Muxa que, após o jogo de ontem, tiveram que deslocar-se ao hospital para que fossem avaliados.

Bino – Escoriação supraciliar. Tempo previsto de paragem ronda os 12 dias.

Muxa – Fratura do quinto metacarpo da mão direita. Paragem prevista de 1 mês.

«Os jogadores têm um orgulho enorme em vestir esta camisola» – Pedro Justo

Figura incontornável da Associação Desportiva Sanjoanense, Pedro Justo mistura, em si, o trabalho, a seriedade e a dedicação com enormes níveis de alegria e companheirismo.

Natural de Cesar, o guarda-redes de 31 anos não esconde o amor pela Sanjoanense e, na sexta época nos seniores do clube, lembrou o dia em que defrontou a Sanjoanense e perfilou, na entrada para o campo, atrás das camisolas… pretas!

Homem influente no balneário alvinegro, o capitão não faltou à chamada e, ao nosso site, falou da importância da formação do clube, da vivência de um balneário “enorme” e das expectativas em torno de uma equipa que não perde há 11 jogos.

Sentes que aposta nos atletas jovens permite a construção de bases para que vinguem no futebol e se assumam nos primeiros anos de seniores?

Claro que sim, sem dúvida nenhuma. Temos visto isso este ano e vimos, também, no ano passado, com o lançamento de alguns jogadores provenientes da formação. Mas este ano já vimos com mais regularidade. Houve uma altura da época em que foram chamados com bastante frequência e, inclusivamente, foram apostas para a equipa titular.

E os que neste momento estão no plantel sénior são importantíssimos, até para que o próprio clube perceba que tem que apostar cada vez mais na formação. Só assim se conseguem rentabilizar os ativos jovens e fazer com que as apostas futuras permitam que o clube se auto-sustente, lançando novas promessas, algo que sempre foi uma bandeira da Sanjoanense.

Apesar de maioritariamente jovem, o plantel da Sanjoanense é composto, também, por um conjunto mais curto de jogadores de elevada experiência, no qual te inseres. Que conselhos tentas transmitir enquanto capitão e um dos jogadores mais velhos da equipa?

A minha função, nesse caso, divide-se em duas questões importantíssimas. A primeira refere-se ao processo de integração, que passa pelo acolhimento dos miúdos por parte de homens mais vividos e com outro tipo de experiências. Eles chegam cá tímidos e acanhados e a nossa intenção é facilitar esse processo de adaptação. A segunda vertente tem a ver com o crescimento enquanto jogador. Procuro passar a experiência passada no futebol, dando algumas “ripeiradas” para que eles possam crescer com humildade e com os pés bem assentes na terra.

E depois há as brincadeiras próprias de um balneário, das quais eles são alvos e que os fazem crescer. E isso é bastante interessante…

Quais as principais vantagens desta heterogeneidade em termos de idade?

Essa mescla que temos no plantel traz um conjunto de vantagens incalculável. Desde logo pelo facto de a irreverência dos mais novos se contrapor com a maturidade dos mais velhos, com o saber jogar, o pausar o jogo… E muitas vezes temos que ter esses dois momentos, em que aceleramos e pausamos o jogo. E quando essa combinação existe atinge-se, por vezes, a perfeição.

Depois há a questão de os mais novos olharem para nós como referências, o que faz com que corramos mais, para não perdermos andamento, e os faz olharem para nós e perceberem que têm que fazer as coisas com calma, como deve ser e sem se precipitarem.

Isso é muito importante para o sucesso do clube.

E quais são as desvantagens?

A desvantagem é o preço do grande clube que somos. A exigência na Associação Desportiva Sanjoanense é muito grande, exigem de nós o mesmo que exigem aos profissionais – mesmo sabendo que somos amadores e que jogamos por meia dúzia de tostões, por amor à camisola – e muitas vezes queimam-se etapas nos miúdos, pelo facto de jogarem no clube da terra, com esta exigência e com a cobertura mediática que tem – que é bastante grande, tendo em conta que estamos no Campeonato Nacional de Seniores.

Queimam-se etapas, os jovens não deviam ser tão influenciados pela opinião pública e isso traz, por vezes, consequências para a própria equipa porque a irreverência dos mais novos não traz sempre os resultados exigidos para o patamar em que estamos.

Mas os mais velhos estão cá para isso, também…

Esta é a tua 6ª época ao serviço da Sanjoanense, como sénior, e a tua influência é inegável. Que opinião tens quanto ao passado recente e à evolução do clube?

O clube teve uma evolução astronómica, se tivermos em conta o que acontecia há um ano e meio atrás. Se recuarmos ao dia 5 de agosto de 2014, que foi quando começou o nosso projeto, a evolução da parte do futebol é incrível! Diziam que éramos uma equipa sem qualidade, chamavam-nos “equipa do Playout” por ser um plantel com muitos jogadores de São João da Madeira, mesmo que alguns tivessem já cartas dadas, mas conseguimos começar a unir o clube. Tivemos também a felicidade de o próprio clube, através de todas as modalidades, começar a acordar as pessoas de São João da Madeira. Pedimos isso várias vezes na parte final da época passada, pedimos que acordassem o monstro adormecido que é a Associação Desportiva Sanjoanense e isso foi importante e inegável para o crescimento do clube.

E todas as nossas vitórias e conquistas – o facto de termos sido campeões, de termos ganho a supertaça, de termos assegurado a promoção ao Campeonato Nacional de Seniores, o facto de o hóquei ter conquistado a subida à primeira divisão, de o andebol ter conseguido a manutenção e de o basquetebol ter feito uma época brilhante, mesmo que a promoção tenha fugido no último jogo – permitem que se perceba que o futuro está bem perto e que estamos a caminhar no rumo certo.

Como foi, para ti, defrontar a Sanjoanense, ao serviço dos diversos clubes que representaste ao longo da carreira?

Essa é uma questão engraçada e faz-me recuar à formação. Cheguei à Sanjoanense em 1995, representei os escalões de formação do clube e acabei por sair. Regressei já como sénior e, uns anos depois, voltei a sair para o Milheiroense. E acabei por vir cá [n.d.r.: a São João da Madeira] jogar, pelo Milheiroense, num jogo decisivo para a Sanjoanense, que podia assegurar a subida de divisão… Foi uma mescla de sentimentos muito grande. É muito estranho porque defrontar a Sanjoanense é sempre especial.

Como se sabe não sou de São João da Madeira mas tenho o clube no coração pelo acolhimento que me proporcionou desde cedo. E é muito especial quando se entra no Estádio Conde Dias Garcia a representar outro clube… Tanto que, na primeira vez que defrontei a Sanjoanense, em Milheirós, dei por mim pronto para entrar em campo atrás das camisolas pretas, quando as minhas eram vermelhas! Foi um momento muito engraçado…

Como defines, numa palavra, o balneário da Sanjoanense?

Numa palavra só? Os meus colegas vão perceber o porquê desta palavra, mas defino dessa forma… Enorme!

E, agora, o clube em si…

Isso agora… Se o balneário é enorme, a Associação Desportiva Sanjoanense é grandiosa! É a palavra que mais se aproxima à caracterização devida.

É quase impossível definir a Sanjoanense numa palavra… Quando falamos assim parece que estamos a falar de um Real Madrid ou de um Bayern de Munique mas, para as pessoas que cá estão, é realmente um clube desses. À nossa dimensão é grandioso… Uma palavra interessante: incomensurável! Não tem dimensão possível, não se consegue ter a noção!

Que expectativas tens para o resto da temporada?

Bem, agora as expectativas estão muito sorridentes… Vimos de cinco vitórias e um empate em seis jogos e as expectativas passam por garantir a manutenção em três níveis: consegui-lo o mais rapidamente possível, tentar ficar em primeiro – porque, apesar de não nos dar qualquer troféu, é uma posição que assenta bem a este grupo – e, por fim, numa parte mais técnica, que não me compete tanto a mim mas sim ao Mister Pêpa, tentar lançar jogadores jovens e valorizar os ativos do próprio clube para que, no futuro, possamos conseguir tirar dividendos disso.

Por fim, que mensagem deixas aos adeptos?

Peço que continuem a apoiar-nos como até aqui têm feito. Que continuem a fazer as romarias, que tão especiais são, sempre a cantar e a tentar ajudar-nos. Uma palavra de apreço para a Força Negra mas também para os adeptos em geral que nos têm apoiado. Peço que continuem a dar-nos apoio até final da época porque, mesmo que não o saibam, por vezes são os gritos de incentivo que nos fazem dar algo mais e que fazem com que o grupo consiga ir além das possibilidades. O ano passado é um bom exemplo da importância dos nossos adeptos e estou certo que vamos continuar a tê-los do nosso lado, quer no futebol quer nas restantes modalidades. Os jogadores têm um orgulho enorme em vestir esta camisola e com o apoio dos adeptos tudo se torna mais fácil.

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Zé Pedro e Paulinho: Apostas de futuro que são já uma certeza

Zé Pedro e Paulinho podem, para os mais desatentos, ser nomes pouco sonantes no futebol alvinegro. No entanto, os dois atletas, nascidos em 1997, são parte integrante do plantel sénior da Sanjoanense e trabalham diariamente sob as ordens de Pêpa, conhecido pela aposta frequente em jogadores mais novos e provenientes da formação.

Em idade equivalente à de primeiro ano de juniores, os dois jovens ingressaram no plantel sénior em diferentes alturas da temporada. Paulinho foi o primeiro a garantir a chamada, na sequência do difícil contexto logístico vivido na formação principal durante a primeira metade da temporada. Agarrou a oportunidade com unhas e dentes e, com uma maturidade de destaque, vai pautando os largos minutos de estrela ao peito com exibições recheadas de qualidade.

Já Zé Pedro foi aposta no mercado de inverno, durante o qual regressou a São João da Madeira por empréstimo do FC Porto, onde atuava nos Sub-19. Habituado a jogar na ala, é dotado de um pé esquerdo de grande nível e tem trabalhado para mostrar toda a qualidade que o caracteriza.

Ao site da Associação Desportiva Sanjoanense, os atletas falaram da oportunidade de integrar o plantel sénior, das expectativas pessoais e do ambiente vivido em torno de um balneário unido e alegre, que tudo fez para os acolher.

 

Deram os primeiros passos no futebol ao serviço da Sanjoanense mas saíram para o FC Porto ainda muito jovens. Algum dia pensaram integrar o plantel sénior do clube, ainda por cima em idade de júnior?

Zé Pedro: Não, nunca pensei que isso pudesse acontecer, mas nunca nos faz mal voltar atrás. É certo que a Sanjoanense está numa divisão inferior mas não há qualquer problema. Pelo contrário… É bom voltar atrás para que, quando estiver lá em cima, possa estar mais forte.

Paulinho: A verdade é que nunca pensei nisso. O meu sonho sempre foi poder chegar à equipa principal do FC Porto, algo que não foi possível, mas agora estou aqui e estou bastante contente. É um orgulho enorme poder vestir a camisola do clube da cidade onde nasci, da qual sou natural.

Quais foram os principais motivos que vos levaram a optar pelo regresso?   

Paulinho: Quis sair para tentar jogar mais. Não estava a ser muito utilizado no FC Porto e vi a Sanjoanense como uma oportunidade para ter mais minutos, para ganhar ritmo e conseguir integrar os seniores, algo que acabou por acontecer.

Zé Pedro: Foi a falta de ritmo, a falta de jogo. E quis procurar novos ares. Estava há muito tempo no FC Porto e quis mudar um pouco, para perceber o que me esperava fora do clube.

Vim com a ideia de entrar na equipa e conseguir jogar mais, para que começasse a libertar-me e a ganhar confiança. E é isso que tenho tentado fazer, aos poucos, para que possa ter mais minutos.

O plantel da Sanjoanense é maioritariamente jovem mas tem, também, jogadores mais velhos e com maior experiência que permitem um maior equilíbrio interno. Que ensinamentos conseguem reter IMG_4601do trabalho com um plantel sénior?

Zé Pedro: Muitos… É totalmente diferente o balneário de uma equipa sénior para uma júnior. Não tem comparação… Os jogadores são muito mais matreiros, sabem mais sobre o futebol e têm uma vida completamente diferente da de um jogador júnior. É um aumento de responsabilidade.

Paulinho: Acima de tudo, encorajam-nos bastante e fazem com que consigamos dar tudo em cada treino.

Sentem que a aposta da Sanjoanense nos atletas mais jovens foi essencial para que se tornassem apostas para o plantel sénior, mesmo que tenham feito grande parte da formação no FC Porto?

Zé Pedro: Sim. E penso que é algo que faz bem ao futebol, porque permite mostrar a qualidade dos atletas dos escalões de formação, que muitas vezes é superior à de jogadores que chegam do estrangeiro. É algo que traz vantagens para o futebol português.

Paulinho: Sim. O Mister Pêpa tem apostado bastante na formação, o que é muito bom. Todos temos o sonho de chegar a profissionais de futebol e a aposta da Sanjoanense permite criar bases para que nos possamos desenvolver apropriadamente.

Como definem, numa palavra, o balneário da Sanjoanense?

Paulinho: União, família… São vários os adjetivos que podemos utilizar. É espectacular… A vivência que temos no balneário é única. Foi o melhor balneário que encontrei. Estou no futebol há 9/10 anos e foi, sem dúvida, o melhor balneário em que já estive. Integraram-me mesmo muito bem e a alegria é constante.

Zé Pedro: Alegria. Nunca vemos ninguém chateado, está tudo sempre bem!

Que expectativas têm para o que resta da temporada?

Paulinho: Espero jogar regularmente, trabalho para ter minutos e jogar. No final do ano veremos o que acontece. Surgiram algumas oportunidades, como o Liverpool, mas logo se vê…

Zé Pedro: Espero jogar mais, conseguir mostrar-me e, acima de tudo, ganhar confiança.

Paulinho, para terminar, que diferenças conseguiste identificar, em termos de cultura futebolística, entre Portugal e Inglaterra, durante o período de testes que realizaste no Liverpool?

Paulinho: É um tipo de futebol muito físico mas menos pensado do que em Portugal. Cá pensamos muito melhor as exigências do jogo e consegui adaptar-me bem precisamente porque gostaram da forma como pensei o jogo.

 

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PF/DO

Resultados Finais

Futebol | Resultados Finais

Seniores | ADS 2 – Estarreja 1

Juniores | Vila-Real 0 – ADS 1

Juvenis A | ADS 12 – Carregosense 0
Juvenis B | Esmoriz 1 – ADS 1

Iniciados A | ADS 3 – União de Leiria 2
Iniciados B | Taboeira 3 – ADS 0
Iniciados C | ADS 1 – Milheiroense 3

Infantis A | Lourosa 2 – ADS 2
Infantis A | Canedo 1 – ADS 6

Infantis B | Casa Benfica 5 – ADS 0
Infantis B | ADS 3 – Anta 2

Benjamins A | ADS 8 – Estarreja 1
Benjamins A | Anta 10 – ADS 1

Benjamins B | ADS 5 – Lourosa 0
Benjamins B | ADS 2 – Oliveirinha 2

Traquinas A | ADS 4 – Feirense 1

Resultados Finais

Futebol | Resultados Finais

Seniores | ADS 3 – Camacha 2

Juvenis A | ADS 1 – Águeda 0 (jogo interrompido por falta de iluminação)
Juvenis B | Fermedo 1 – ADS 7

Iniciados A | ADS 0 – CADE 1
Iniciados B | Lusitânia 3 – ADS 2
Iniciados C | ADS 2 – S. João Ver 2

Infantis A | ADS 4 – Ovarense 1
Infantis A | Salesiano 3 – ADS 1

Infantis B | Cucujães 1 – ADS 3
Inafntis B | ADS – Estarreja (falta de comparência do Estarreja)

Benjamins A | ADS 3 – Arrifanense 1
Benjamins A | Cucujães 5 – ADS 1

Benjamins B | ADS 3 – Cucujães 1

Traquinas A | ADS 4 – Oliveirense 1
Traquinas A | Oliveirense 3 – ADS 5