Resultados Finais

Futebol | Resultados Finais

100% vitórias das equipas de futebol de 11.

Seniores | Anadia 2 – ADS 3

Juniores | ADS 2 – Gondomar 1

Juvenis A | União Lamas 0 – ADS 1
Juvenis B | São Vicente Pereira 0 – ADS 4

Iniciados A | ADS 1 – Sporting 0
Iniciados B | ADS 4 – Arouca 0

Infantis A | ADS 3 – Estarreja 1
Infantis A | ADS 4 – Arrifanense 1

Infantis B | ADS 1 – Gafanha 0
Infantis B | Avanca 8 – ADS 1

Benjamins A | Fiães 0 – ADS 3
Benjamins A | ADS 1 – Salesiano 3

Benjamins B | Avanca 6 – ADS 2
Benjamins B | ADS 1 – Ol. Bairro 3

Traquinas A | Gafanha 2 – ADS 3
Traquinas A | ADS 3 – Cesarense 4

Traquinas B | ADS 6 – Mealhada 3
Traquinas B | Vilamaiorense 5 – ADS 1

Edu Pinheiro em testes no Génova

O Departamento de Futebol Juvenil da Associação Desportiva Sanjoanense informa que Edu Pinheiro, atleta que representa os juniores, foi autorizado a viajar para Itália, onde, a partir de domingo, cumprirá um curto período de testes no Génova, no sentido de poder ser observado pelos responsáveis do clube.

Depois do regresso à Sanjoanense, clube em que deu os primeiros passos no mundo do futebol, o jovem médio, que conta ainda com passagens por FC Porto e Sporting, dá mais uma prova da sua qualidade e reforça a capacidade formadora associada ao clube.

Ao Edu, a Associação Desportiva Sanjoanense endereça votos de enorme sucesso.

Zé Pedro e Paulinho: Apostas de futuro que são já uma certeza

Zé Pedro e Paulinho podem, para os mais desatentos, ser nomes pouco sonantes no futebol alvinegro. No entanto, os dois atletas, nascidos em 1997, são parte integrante do plantel sénior da Sanjoanense e trabalham diariamente sob as ordens de Pêpa, conhecido pela aposta frequente em jogadores mais novos e provenientes da formação.

Em idade equivalente à de primeiro ano de juniores, os dois jovens ingressaram no plantel sénior em diferentes alturas da temporada. Paulinho foi o primeiro a garantir a chamada, na sequência do difícil contexto logístico vivido na formação principal durante a primeira metade da temporada. Agarrou a oportunidade com unhas e dentes e, com uma maturidade de destaque, vai pautando os largos minutos de estrela ao peito com exibições recheadas de qualidade.

Já Zé Pedro foi aposta no mercado de inverno, durante o qual regressou a São João da Madeira por empréstimo do FC Porto, onde atuava nos Sub-19. Habituado a jogar na ala, é dotado de um pé esquerdo de grande nível e tem trabalhado para mostrar toda a qualidade que o caracteriza.

Ao site da Associação Desportiva Sanjoanense, os atletas falaram da oportunidade de integrar o plantel sénior, das expectativas pessoais e do ambiente vivido em torno de um balneário unido e alegre, que tudo fez para os acolher.

 

Deram os primeiros passos no futebol ao serviço da Sanjoanense mas saíram para o FC Porto ainda muito jovens. Algum dia pensaram integrar o plantel sénior do clube, ainda por cima em idade de júnior?

Zé Pedro: Não, nunca pensei que isso pudesse acontecer, mas nunca nos faz mal voltar atrás. É certo que a Sanjoanense está numa divisão inferior mas não há qualquer problema. Pelo contrário… É bom voltar atrás para que, quando estiver lá em cima, possa estar mais forte.

Paulinho: A verdade é que nunca pensei nisso. O meu sonho sempre foi poder chegar à equipa principal do FC Porto, algo que não foi possível, mas agora estou aqui e estou bastante contente. É um orgulho enorme poder vestir a camisola do clube da cidade onde nasci, da qual sou natural.

Quais foram os principais motivos que vos levaram a optar pelo regresso?   

Paulinho: Quis sair para tentar jogar mais. Não estava a ser muito utilizado no FC Porto e vi a Sanjoanense como uma oportunidade para ter mais minutos, para ganhar ritmo e conseguir integrar os seniores, algo que acabou por acontecer.

Zé Pedro: Foi a falta de ritmo, a falta de jogo. E quis procurar novos ares. Estava há muito tempo no FC Porto e quis mudar um pouco, para perceber o que me esperava fora do clube.

Vim com a ideia de entrar na equipa e conseguir jogar mais, para que começasse a libertar-me e a ganhar confiança. E é isso que tenho tentado fazer, aos poucos, para que possa ter mais minutos.

O plantel da Sanjoanense é maioritariamente jovem mas tem, também, jogadores mais velhos e com maior experiência que permitem um maior equilíbrio interno. Que ensinamentos conseguem reter IMG_4601do trabalho com um plantel sénior?

Zé Pedro: Muitos… É totalmente diferente o balneário de uma equipa sénior para uma júnior. Não tem comparação… Os jogadores são muito mais matreiros, sabem mais sobre o futebol e têm uma vida completamente diferente da de um jogador júnior. É um aumento de responsabilidade.

Paulinho: Acima de tudo, encorajam-nos bastante e fazem com que consigamos dar tudo em cada treino.

Sentem que a aposta da Sanjoanense nos atletas mais jovens foi essencial para que se tornassem apostas para o plantel sénior, mesmo que tenham feito grande parte da formação no FC Porto?

Zé Pedro: Sim. E penso que é algo que faz bem ao futebol, porque permite mostrar a qualidade dos atletas dos escalões de formação, que muitas vezes é superior à de jogadores que chegam do estrangeiro. É algo que traz vantagens para o futebol português.

Paulinho: Sim. O Mister Pêpa tem apostado bastante na formação, o que é muito bom. Todos temos o sonho de chegar a profissionais de futebol e a aposta da Sanjoanense permite criar bases para que nos possamos desenvolver apropriadamente.

Como definem, numa palavra, o balneário da Sanjoanense?

Paulinho: União, família… São vários os adjetivos que podemos utilizar. É espectacular… A vivência que temos no balneário é única. Foi o melhor balneário que encontrei. Estou no futebol há 9/10 anos e foi, sem dúvida, o melhor balneário em que já estive. Integraram-me mesmo muito bem e a alegria é constante.

Zé Pedro: Alegria. Nunca vemos ninguém chateado, está tudo sempre bem!

Que expectativas têm para o que resta da temporada?

Paulinho: Espero jogar regularmente, trabalho para ter minutos e jogar. No final do ano veremos o que acontece. Surgiram algumas oportunidades, como o Liverpool, mas logo se vê…

Zé Pedro: Espero jogar mais, conseguir mostrar-me e, acima de tudo, ganhar confiança.

Paulinho, para terminar, que diferenças conseguiste identificar, em termos de cultura futebolística, entre Portugal e Inglaterra, durante o período de testes que realizaste no Liverpool?

Paulinho: É um tipo de futebol muito físico mas menos pensado do que em Portugal. Cá pensamos muito melhor as exigências do jogo e consegui adaptar-me bem precisamente porque gostaram da forma como pensei o jogo.

 

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PF/DO

Resultados Finais

Futebol | Resultados Finais

Seniores | ADS 2 – Estarreja 1

Juniores | Vila-Real 0 – ADS 1

Juvenis A | ADS 12 – Carregosense 0
Juvenis B | Esmoriz 1 – ADS 1

Iniciados A | ADS 3 – União de Leiria 2
Iniciados B | Taboeira 3 – ADS 0
Iniciados C | ADS 1 – Milheiroense 3

Infantis A | Lourosa 2 – ADS 2
Infantis A | Canedo 1 – ADS 6

Infantis B | Casa Benfica 5 – ADS 0
Infantis B | ADS 3 – Anta 2

Benjamins A | ADS 8 – Estarreja 1
Benjamins A | Anta 10 – ADS 1

Benjamins B | ADS 5 – Lourosa 0
Benjamins B | ADS 2 – Oliveirinha 2

Traquinas A | ADS 4 – Feirense 1

Resultados Finais

Futebol | Resultados Finais

Seniores | ADS 3 – Camacha 2

Juvenis A | ADS 1 – Águeda 0 (jogo interrompido por falta de iluminação)
Juvenis B | Fermedo 1 – ADS 7

Iniciados A | ADS 0 – CADE 1
Iniciados B | Lusitânia 3 – ADS 2
Iniciados C | ADS 2 – S. João Ver 2

Infantis A | ADS 4 – Ovarense 1
Infantis A | Salesiano 3 – ADS 1

Infantis B | Cucujães 1 – ADS 3
Inafntis B | ADS – Estarreja (falta de comparência do Estarreja)

Benjamins A | ADS 3 – Arrifanense 1
Benjamins A | Cucujães 5 – ADS 1

Benjamins B | ADS 3 – Cucujães 1

Traquinas A | ADS 4 – Oliveirense 1
Traquinas A | Oliveirense 3 – ADS 5

Resultados Finais

Futebol | Resultados Finais

Seniores | ADS 1 – S. João de Ver 1

Juniores | Espinho 1 – ADS 1

Juvenis A | Paivense 0 – ADS 8
Juvenis B | ADS 11 – Carregosense 1

Iniciados A | ADS 3 – Académica Coimbra 0

Iniciados B | ADS 3 – Anadia 0
Iniciados C | Mosteirô 0 – ADS 1

Infantis A | ADS 1 – Oliveirense 6
Infantis A | Milheiroense 0 ADS 7

Infantis B | ADS 6 – U. Lamas 0
Infantis B | ADS 3 – Arrifanense 0

Benjamins A | ADS 2 – Anadia 0

Benjamins B | ADS 0 – Beira-Mar 6
Benjamins B | Taboeira 3 -ADS 7

Traquinas A | ADS 2 – Fiães 2

Traquinas B | ADS 1 – Feirense 8
Traquinas B | Mourisquense 4 – ADS 5

Agenda do Fim de Semana

Futebol | Agenda Fim de Semana

Seniores | Marítimo C – ADS domingo 16h

Juvenis A | ADS – Académica 15h30

Juvenis B | Arrifanense – ADS domingo 9h

Iniciados A | União Leiria – ADS sábado 15h

Iniciados A | Sporting – ADS Terça-Feira 16h

Iniciados C | ADS – Arrifanense domingo 11h

Jogos de sábado

Infantis A | ADS – Feirense 9h

Infantis B | Cesarense – ADS 10h15
Infantis B | Arada – ADS 10h15

Benjamins A | Paivense – ADS 10h30

«Temos que ser solidários, trabalhar de forma unida e entrar para o campo com uma saúde e uma vontade de vencer inigualáveis» – Edgar

João Edgar, 22 anos, é um rosto bem conhecido do futebol da Associação Desportiva Sanjoanense. Defesa central da equipa sénior, representa o clube desde que se iniciou na modalidade e deixa transparecer o orgulho pelo concretizar de um sonho de criança: o de jogar pela formação principal, no Conde Dias Garcia.

Caso único no plantel alvinegro, o jovem está há mais de uma década no clube, de forma ininterrupta, e mantém-se fiel ao emblema da cidade, apesar das várias propostas que recebeu ao longo da ainda curta carreira.

Diz ser feliz na Sanjoanense e, à entrada para a segunda fase do Campeonato Nacional de Seniores, não tem dúvidas: a manutenção vai passar de objectivo a realidade.

Nunca representaste um clube que não fosse a Sanjoanense. Tem sido uma opção pessoal ou nunca surgiu a oportunidade para uma mudança?

Já surgiram várias propostas mas tenho sempre presente que a Sanjoanense é um clube grande e que, ao nível do nosso distrito, há poucos clubes com as nossas condições e com adeptos como os nossos. É sempre gratificante jogar na Sanjoanense. É o emblema que represento desde pequeno, nunca tive outra experiência e é um orgulho, para mim, pertencer aos quadros do clube.

Numa palavra, como defines a Sanjoanense?

Grandiosa. Há muitos adjetivos que poderiam definir o clube… A Sanjoanense é histórica, grandiosa!

Tendo feito toda a tua formação na Sanjoanense, tinhas o objetivo de, um dia, conseguir chegar à equipa principal?

Sim. Agora talvez seja diferente e os miúdos já não tenham esse objetivo mas, na minha altura, chegava aos seniores um jogador em cada cem e nós sempre trabalhámos, desde muito novos, para o conseguir. Quando era mais novo era «apanha-bolas» no estádio, via todos os jogos e sempre acompanhei a Sanjoanense, em casa e fora. Os meus ídolos eram os seniores. Se pudesse ir ao balneário, ia, se pudesse ser «apanha-bolas», lá estava eu… Na altura a Sanjoanense disputava a 2ª Divisão B, com Oliveirense e Feirense, e era um sonho enorme e um objetivo para todos os jovens chegar à equipa principal. Trabalhei até hoje e consegui esse objetivo.

Depois de mais de uma década a representar a Sanjoanense, qual a tua opinião em relação ao desenvolvimento do clube?

Penso que o projeto do Mister Pêpa está a correr bem. Ao serviço da Sanjoanense, já subi, já desci e já consegui a manutenção e acho que agora o clube está no bom caminho, a apostar na «prata da casa», sem grandes gastos, o que é importante para que não entremos em loucuras. Mas penso que estamos no caminho certo. Tínhamos um projeto de quatro anos que envolvia a subida ao Campeonato Nacional de Seniores e acredito que, dentro de dois ou três anos, caso os objectivos se mantenham e tendo em conta a nossa forma de trabalhar, podemos atingir outros patamares.

Nos últimos anos, a aposta na formação tem sido realmente muito grande. Sentes que, independentemente do clube, esta é uma medida fundamental e precisa para valorizar o jovem atleta?

Sim, sem dúvida. Temos uma formação com grande qualidade, a maioria dos escalões disputam campeonatos nacionais e não se notam grandes diferenças quando os jovens chegam à equipa sénior. Isso é sinal de que temos muita qualidade na formação e de que o clube tem todas as condições para apostar nos miúdos.

Alguém teve, um dia, que apostar em mim e nos outros jogadores que, como eu, estão no plantel sénior e a pessoa que aqui está é a indicada porque aposta nos jovens. Não é qualquer treinador que lança miúdos de 16 anos… E não é quando estamos a ganhar confortavelmente. Lança-os até quando estamos a perder e eles acabam por ajudar-nos porque são da casa e sentem a camisola e, acima de tudo, querem ajudar e dar o melhor para o clube.

Durante as tuas primeiras épocas como sénior não tiveste muitos minutos mas conseguiste assumir-te este ano na equipa principal. Qual foi o segredo para que não te deixasses ir abaixo?

Isso é o futebol… Hoje estamos bem, amanhã não sabemos. Mas são situações complicadas. No meu primeiro ano consegui ter mais de 1000 minutos mas no segundo tive que aguentar-me com 300… Mas consegui ter, da parte do treinador, um feedback positivo e o que retirava de tudo isso era para aprender. Há que saber aguardar e isso ajudou-me muito no futuro. Nós temos etapas na vida e temos primeiro que aprender a estar num plantel sénior, que é muito diferente do que vivemos na formação. E há miúdos que não conseguem ter essa interpretação do futebol. Temos que esperar pela nossa oportunidade e, aí sim, demonstrar que merecemos a confiança.

Foi assim que comecei a jogar… Eu era a 3ª opção, houve lesões no plantel e tive que ir lá para dentro num jogo contra o Oliveira do Douro, nervoso, ainda com 17 anos, em idade de júnior de primeiro ano.

É preciso ter calma, trabalhar e acreditar sempre no próprio potencial porque, já diz o ditado, «quem espera sempre alcança». Os miúdos que esperam chegar à Sanjoanense e jogar têm que perceber que isso não é algo fácil de conseguir. Há jogadores com muita experiência, já batidos no futebol, e há que ter calma e paciência e continuar a trabalhar porque é aí que está a chave do sucesso.

A Sanjoanense vai disputar a fase de manutenção do Campeonato Nacional de Seniores. Pelo que conheces dos adversários, qual será a chave para que a equipa assegure o objetivo da manutenção?

Em primeiro plano, temos que ser uma equipa em termos de grupo e de ambiente e temos todos que remar para o mesmo lado. No ano passado conseguimos a promoção porque tínhamos um grande grupo e essa é a imagem da Sanjoanense, porque quem vem para cá não vem por dinheiro. Se vêm para a Sanjoanense, é porque gostam da mística do clube e porque sentem que a Sanjoanense está a mais neste patamar. Penso que só conseguiremos alcançar a manutenção se todos trabalharmos para que isso possa acontecer. Temos que ser solidários, trabalhar de forma unida e entrar para o campo com uma saúde e uma vontade de vencer inigualáveis.

Temos agora alguns reforços, conseguimos ter pessoas para ajudar, depois de momentos muito complicados por que passámos esta temporada – chegámos a ter 12 jogadores para treinar, houve muitas lesões e tínhamos que recorrer aos juniores – mas penso que tudo isso só serve para nos fortalecer. Mesmo com dificuldades conseguimos ter bons resultados e, se num momento mau conseguimos esses resultados, não tenho qualquer tipo de dúvida de que vamos conseguir a manutenção.

Como é que o balneário enfrentou e superou as condicionantes ao longo da época?

Temos um bom grupo e pessoas que realmente percebem a mística do clube. Uns acabaram por sair porque não tinham tantos minutos, outros não podiam dar o contributo por terem lesões e, aí, tivemos que juntar tudo e todos para ultrapassar qualquer problema.

Em termos pessoais, que perspectivas tens para o futuro?

Essa é uma pergunta um bocado difícil… As minhas expectativas são as melhores mas o que posso dizer é que para já estou cá e que tenho o meu pensamento a 100% no clube que mais amo. Amanhã não sei se estou cá, se me querem ou se terão outros projetos, mas estou a 100% na Sanjoanense, com toda ambição de garantir a manutenção, que tenho a certeza que iremos conquistar. O amanhã, só Deus sabe… Mas vou continuar a trabalhar para conseguir cada vez mais porque tenho como objetivo chegar a um patamar superior. Se for com a Sanjoanense, melhor, esse era o meu grande objetivo. Senão, tudo vai depender de possíveis propostas que possa receber.

Para além de jogador, acumulas a função de treinador de uma equipa de formação do clube. Que conselhos dás a todos aqueles que querem chegar um dia à equipa sénior?

O primeiro conselho que lhes dou é que continuem a trabalhar, porque a qualidade, pelo que vejo, felizmente é muita. Mas é preciso que os miúdos tenham cabeça para continuar a trabalhar e ultrapassar certas dificuldades, porque nem sempre têm as melhores condições para treinar. Mas noto neles um orgulho enorme em terem um treinador da equipa sénior e, por vezes, chegam a perguntar-me o que é preciso para lá chegar. O que lhes posso dizer é que continuem a trabalhar e acreditem no próprio potencial, sempre com humildade, que é a grande chave para o sucesso. E procuro encorajá-los a chegar mais longe. Vejo potencial para que cheguem ao topo e é isso que lhes desejo.

Para terminar, que mensagem deixas aos adeptos?

Só quero pedir que estejam connosco nos momentos bons e nos momentos menos bons. E tenho que deixar um agradecimento especial à Força Negra. Sabemos que é difícil para eles e é muito difícil para nós. Mas nunca deixaram de nos apoiar, em casa e fora. Estiveram sempre presentes e, para nós, é um orgulho imenso que nos apoiem, mesmo quando os resultados não correspondem ao esperado.

Contem connosco, da mesma forma que esperamos contar com vocês. Tudo faremos para conquistar vitórias mas também esperamos que estejam do nosso lado, para que no fim possamos festejar, todos juntos, a conquista dos nossos objetivos.

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Pedro Fernandes

Fotos: Daniel Oliveira